SILVIO SANO > NIPÔNICA: O segredo das Praças de Alimentação

Sempre achei incrível ver as Praças de Alimentação, nos shoppings, ocuparem enormes espaços e, dependendo do horário, ainda estarem lotados, criando dificuldades para se conseguir uma mesa, mesmo das pequeninas altas para se servir de pé.

Lógico que minha conclusão foi a da necessidade marqueteira de concentração de restaurantes e lanchonetes num único lugar para atrair clientes. Por isso, achava incrível, mas não algo do outro mundo. Assim, apenas as evitava porque sempre fui a shoppings por outras razões.

Até que, recentemente, fui provocado a escrever esta Nipônica… rs. Foi nos do Festival do Japão e Okinawa Festival, em São Paulo. Não que nunca também tivesse reparado, mas é que a quase imobilidade nesses espaços, que passei por duas vezes seguidas, chamou-me a atenção para isso.

No do Japão, cujo festival já é considerado o de maior concentração relativa do mundo, neste ano, devido aos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, à vinda da princesa japonesa Mako e à intenção dos organizadores em bater o recorde mundial de variedade de alimentos em único evento, ao Guiness World, extrapolou.

Assim, considerando que a Praça de Alimentação é sempre um dos alvos mais procurados, dá para entender minha imobilidade citada acima. Né, não? E ao deste ano, pela ANBLA (Associação Nipo Brasileira de Letras e Artes), por ter passado os três dias lá, ainda resolvi conferi-lo no pior momento… rs.

E o do Okinawa Festival? Impossibilitado de ir no sábado, acabei indo apenas no domingo e, por outro compromisso, só após o almoço. Ainda bem… e ainda mal.

Ainda bem porque soube que no sábado foi bem pior!… nesse aspecto. Apesar de já ter passado das 14h repetiu-me a quase imobilidade do outro nos corredores próximos das barracas de alimentação. E ainda mal, porque deixei de me deliciar das comidas de lá, também de enorme variedade. Né, Guiness?!

Agora, se a festivais… ou mesmo a shoppings, os objetivos são outros, quem poderia me explicar a magia dessas praças?! Só o estômago?!

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