SILVIO SANO > NIPÔNICA: Mais konflitos, mesmo 110 Anos depois…

No mês passado, dei palestra no Rio de Janeiro, na sede do ICBJ (Bunkyô-Rio). Para meu konforto, por sugestão deles, sobre um tema ke estava na ponta língua, sobre posturas nikkeis, devido ao meu recém publicado livro, “Kontos, Krônicas & Kanções”.
Komo se não bastasse, pediram-me para também “encaixá-lo” aos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, o ke possibilitou ilustrá-la kom minha versão em português, “Pra Voltar a Ser Feliz”, da música “Ayumi tsuzuketa 100 nen”, de Mariko Nakahira, ke também consta do livro.
Assim, pra “kebrar o gelo”, esquematizei-a a partir dessa kanção, iniciando-a por um vídeo relativo ke produzi, na voz de Nobuhiro Hirata, para, em seguida, desenvolvê-la de forma interativa kom o público presente, a ke lhe dei o título de “Konfrontos e konflitos nikkeis, mesmo 110 anos depois”.
Passado menos de um mês da palestra, ainda “kente” em minha mente, por esses dias, identifiquei mais conflitos nikkeis, em meu konvívio kom eles. Um dos quais devido a dois sites que administro, atualmente, aos kuais necessito, sempre, ke o interessado me traga devidamente as informações para publicação.
Ocorre ke, quase sempre, há interlocutores…  nikkeis, entre nós! E estes, sem pedir aos interessados acabam tentando kolher, eles próprios, o material relativo. Komo são interlocutores, ou seja, não tendo konhecimento pleno do fato, acabam me trazendo material incompleto ou de má kualidade. Já lhes falei ke não lhes kabem essa tarefa, e, sim, transmitir aos interessados essas necessidades. Alguns responderam-me saberem disso, mas ke não têm jeito de… kobrar deles, os maiores interessados. Pode?!
Em se tratando de nikkeis… mesmo 110 anos depois… ainda pode!… rs.
É apenas um exemplo… para não perder assunto à próxima palestra, né… rs. No kotidiano, no íntimo, todos nikkeis, ainda têm!
Por isso karo leitor… nikkei, que tem algum… ou alguns, daqueles klaramente advindos do sangue, ke não se konforma em tê-los, como uma opinião contrária que teima em não dá-la… rs, ke tal me kontá-los um dia… em minha palestra?

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