Embaixador do Japão visita plantações de chá em Registro e CT da Yakult em Ibiúna

(Aldo Shiguti)
(Aldo Shiguti)

Além de prestigiar a cerimônia de abertura do 64º Tooro Nagashi, realizado no feriado de Finados (dia 2 de novembro), na cidade de Registro, (leia nas pag 3 e 9), o embaixador do Japão Akira Yamada aproveitou sua estadia na região para visitar também o famoso “chá da Obaatian”, no Sítio Shimada, também em Registro, que mantém uma produção artesanal de chá preto.

Inaugurada no dia 1º de novembro de 2014, a pequena fábrica comandada pela simpática dona Ume Shimada, completou quatro anos um dia antes da visita do embaixador. No sítio, Yamada foi recebido pela matriarca e familiares, entre eles a filha Emi Shiozawa e seu marido, o médico Newton Shiozawa, além do “sempre deputado” Hatiro Shimomoto, que está prestes a fazer parte da família.
O também genro Aurelino, mais conhecido como Léo, conta que hoje cerca de 12 hectares do sítio são divididos entre o cultivo de chá, com seis hectares, e outros seis hectares com 600 pés de lichia. Atualmente, a produção de chá é de cerca de 800 quilos por safra, que vai de setembro a maio.
Antes de deixar o sítio, o embaixador provou o famoso chá (que também pode ser encontrado na Capital). De lá, o embaixador seguiu para a fábrica Amaya, da família Amaya, última grande fábrica de chá de Registro.

O diretor administrativo, Mario Amaya – da terceira geração –, conta que, no auge, ainda na década de 60, Registro tinha cerca de 50 fábricas e era conhecida como a “capital nacional do chá”. Com a crise, que culminou o Plano Real, muitas fábricas não aguentaram e fecharam suas portas. Ainda assim, há cerca de seis anos, a produção na fazenda Amaya era de 1250 tonelandas. Hoje são cerca de 150 toneladas/ano. “Está melhorado aos poucos”, diz Riogo Amaya, lembrando que a fábrica já chegou a exportar para os Estados Unidos, Canadá e Chile. “Hoje é tudo para consumo interno”, diz, explicando que além de chá preto a fábrica processa também o chá verde que, segundo ele, tem muita procura.

Beisebol – No sábado, 3, pela manhã, sempre acompanhado do cônsul Kenji Iwashima e do presidente da Uces e Fenivar, Toshiaki Yamamura, o embaixador seguiu para Ibiúna, para visitar o Centro de Treinamento da Yakult/Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol.
Lá. foi recepcionado pelo presidente CBBS, Jorge Otsuka, pelo técnico Mitsuyoshi Sato, pelo secretário de Governo de Ibiúna, Jonas de Campos, e pelo ex-jogador e hoje técnico da seleção brasileira, Thiago Caldeira. Akira Yamada lembrou seu tempo de quando jogava beisebol, na década de 70, e até simulou uma arremessos. Acompanhou cenas do IV Festival Nacional de T-Bol – com crianças de 6 a 8 anos de idade – e almoçou no refeitório.
Depois seguiu para o pesqueiro comandado por Kounoike, em Vargem Grande Paulista.

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